quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Marketing empresarial ganha novos aliados


Transmitir uma informação em diferentes mídias, mensagens publicitárias, conceitos, marcas, produtos ou serviços requer cada vez mais o uso de aparelhos que proporcionem interatividade, dinamismo e viabilizem o acesso do conteúdo online de qualquer lugar. Por meio de novas tecnologias, muitas empresas podem colocar em prática suas estratégias de marketing - estabelecer uma relação com seus clientes, demonstrar quais são os seus produtos e serviços, entre outras.
Por meio da comunicação interativa e multimídia, as corporações se beneficiam com aparelhos que disponibilizam recursos revolucionários. Com o Table, por exemplo, o usuário utiliza o computador - em formato de Laptop - sem o uso de mouse ou teclado. O toque é dado com uma caneta especial. Já o iPad também configura-se como um computador portátil, de espessura fina, touchscreen e conta com um visor de 9,7 polegadas, com alta resolução e retroiluminada por LED. Conhecido como “livro eletrônico”, o aparelho tem quase o tamanho de um netbook, com acesso à web, reprodução de vídeos e loja virtual de livros. 
Sobre os benefícios de ambos os produtos nas estratégias de marketing empresarial, Alberto Lobo, diretor e gestor de negócios da Vexelweb, afirma que é difícil avaliar, por ser uma tecnologia recente. Mesmo assim, enxerga a novidade como uma grande inovação. “A versatilidade, qualidade e portabilidade proporcionadas por essas tecnologias abrem um leque de opções tão vasto quanto à criatividade, bom gosto e inteligência dos envolvidos no processo. Som e imagem de alta qualidade, aliados a conteúdo pertinente e bem direcionado, vão definir e qualificar o sucesso de cada estratégia”, considera Lobo.
Possuir apenas uma tecnologia inovadora em mãos ainda não é o suficiente. O diretor salienta que o mercado é preciso ter profissionais que trabalhem em sintonia com os novos aparatos eletrônicos e que saibam transmitir uma mensagem coerente com o perfil e compreensão do cliente. “É fundamental criar um panorama completo e inteligível, certificando-se também das consequências proporcionadas pela veiculação de anúncios ou campanhas através dessas plataformas”, completa.
Para Elcio Fernando, especialista em Marketing e MBA em Marketing, consultor de empresas, professor universitário, sócio do ITAM - Instituto de Treinamento e Assessoria em Marketing - e autor do blog avemarketing, como qualquer outra mídia digital tanto o iPad como o Table poderão exercer um canal ou meio para a propagação de informações institucionais ou mercadológicas. Mesmo assim, ele acredita que as possibilidades de divulgação proporcionadas por tais produtos estão alicerçadas na convergência de informações com os demais meios e na utilização em ambientes variados no cotidiano dos usuários.
O especialista em marketing também observa que, apesar das vantagens tecnológicas do aparelho, é preciso conhecer o público-alvo e definir qual será a mídia principal de veiculação, bem como as mídias de apoio. “É importante definir corretamente a codificação e decodificação dos conteúdos, conforme os softwares utilizados pelos novos gadgets e linguagem do receptor”, expõe Elcio.

Vantagens e desvantagens  

 Apesar da disparidade econômica que o Brasil apresenta, Elcio acha que o país tem um bom público consumidor para estes produtos. No caso das empresas, ele apoia o investimento em novas tecnologias, mas considera ser fundamental estudar o macro ambiente de marketing e calcular o tamanho e potencial do mercado, a fim de adequar as ferramentas estratégicas aos objetivos mercadológicos.
Utilizar as ferramentas do iPad não apresentam desvantagens para o marketing empresarial, na opinião de Alberto Lobo. Pelo contrário, é preciso tirar proveito dos recursos que o aparelho disponibiliza. “A decisão de investir ou não no aparelho é de cada um e isso pode variar muito de acordo com o segmento em que se esteja atuando”, considera.
Por outro lado, Elcio Fernando analisa que o uso destes aparatos vai depender do segmento de mercado no qual a empresa estiver atuando. Dessa forma, as vantagens e desvantagens do produto poderão ser pontuadas. “No Brasil, por exemplo, temos 98% de micros e pequenas empresas - MPE’s - e há vantagens e oportunidades para aquelas que atuam em nichos específicos de clientes definidos pelo estilo de vida, pois esse tipo de tecnologia propicia alcance dirigido e com velocidade. Alguns podem enxergar a necessidade de adaptação do marketing da empresa como desvantagem, porém vejo isso como uma oportunidade de estar na vanguarda”, completa.

Disputa mercadológica
Apesar de ser considerada uma grande inovação, muitos especialistas criticam o iPad, por exemplo, e acreditam que logo este poderá ser substituído por outra tecnologia, como o WePad, da companhia alemã Neofonie. Na visão de Elcio Fernando, a linha Table, apesar de direcionada para um público específico, também está sob o risco de ser substituída por outra novidade. “Rapidamente o iPad sofrerá concorrência de outros tablets com mais diferenciais”, analisa o especialista. Ele acrescenta ainda que tanto o iPad como os produtos em formato tablet são tecnologias recentes e carecem de melhorias em alguns aspectos. “Mesmo assim, estes aparelhos não deixam de ser uma revolução tecnológica”, completa.
Alberto Lobo também compartilha da mesma opinião. “É um avanço inquestionável, um passo adiante rumo a novas maneiras de distribuir e acessar informação. No entanto, a velocidade com a qual a tecnologia se desenvolve hoje em dia é muito grande e é possível que tais plataformas venham a ficar ultrapassadas em tempo relativamente curto”, opina.

Tendências em tecnologia
Nos dias atuais, empresas não sobrevivem sem marketing e marketing não sobrevive sem tecnologia. O mercado hoje é altamente dinâmico, exigente e competitivo. Qualquer empresa que busca espaço nele precisa ser rápida e exata. É nesse ponto que entram as novas tendências tecnológicas e as possíveis estratégias de marketing a serem implantadas. Segundo Alberto, o melhor mecanismo estratégico deve ser estabelecido de acordo com a necessidade do anunciante e seu mercado. Além disso, para ele, é preciso explorar adequadamente todos os recursos que a tecnologia da informação disponibiliza. “A diversidade é o grande trunfo da web: links patrocinados, redes de conteúdo, mídias sociais, hotsites, desenvolvimento de aplicativos para plataformas mobile, e-mail marketing, Bluetooth e SMS”, salienta.
Quando se fala em tendências tecnologias, Elcio Fernando afirma que um dos maiores benefícios da tecnologia atual é a convergência total entre mídias eletrônicas, em qualquer momento e locais, inclusive com outros aparelhos. Ele também cita como tendências o uso da realidade aumentada, a projeção holográfica em 3D e a utilização definitiva da nanotecnologia em hardwares, que proporcionará maior miniaturização, transparência e alteração de formatos de um mesmo produto durante o uso do mesmo. “É fundamental conhecer os conceitos corretos do marketing e a rapidez na adaptação às mudanças impetradas pelas novas tecnologias”, encerra.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Livros versus iPad: o velho e novo debate

Ao ler a edição de outubro da coluna Alma Feminina, da Soninha Francine, na revista Vida Simples, é impossível não se identificar com alguns aspectos relacionados às recentes e antigas invenções tecnológicas. O artigo “O velho e o novo” fala sobre o advento de novas tecnologias as quais teoricamente “obrigam” as anteriores a se tornarem obsoletas. Assunto já debatido inúmeras vezes, mas que sempre vem à tona quando algo novo está prestes a “revolucionar o sistema”.  
 De uma maneira cruel, alguns “pensadores da atualidade” afirmam que a internet substituirá os jornais impressos assim como o iPad “acabará” com o livros. Compartilho com a opinião de Soninha de que isso é muito difícil acontecer. Em conversa não apenas com colegas jornalistas – com certeza eles nunca vão querer que os meios impressos desapareçam – mas, abordando esse assunto com outros profissionais, é bem improvável que o livro deixe de existir.
Eu, por exemplo, gosto de sentir o “cheiro” de livros - principalmente dos novos - e sei também de gente que gosta. Nada substitui o papel, a página virada, o capítulo finalizado e o marcador indicando aquele parágrafo interessante. Quer mais? Adoro presentear com livros e a maioria das minhas amigas também gosta de recebê-los. Amigo secreto de livros é sempre uma boa pedida!
No entanto, sou favorável às novidades, adepta às redes sociais, mas confesso resistir a usá-las no começo. Depois de um tempo de relutância, a minha interação com esses meios acaba se tornando bem rápida, mas ainda preservo certos costumes, como tomar café da manhã lendo jornal (nem sempre isso é possível fazer, mas eu gosto), assinar revistas e ouvir notícia no rádio pela manhã.
Apesar desse “conservadorismo”, já baixei livros pela internet, principalmente quando eu precisava adquiri-los num curto período de tempo por obrigação de determinados cursos. Alguns deles eu sabia que só iria ler apenas uma vez. Em compensação, tenho livros que leio sempre que me dá vontade.
Em referência à coluna da Soninha, “novas tecnologias não são uma ameaça a antigos suportes, mas sim complementares”. Concordo plenamente, afinal o que seria da comunicação se não existissem os meios digitais? Pela internet podemos assinar jornais, comprar livros e quiçá um iPad... Bom, mas isso eu ainda vou relutar um pouco!    

domingo, 14 de novembro de 2010

Os milhões seguidores das compras coletivas

Em poucos segundos você já pode adquirir pela internet um pacote promocional completo com duas sessões de massagens relaxantes e drenagem linfática ou então um bom desconto para ir ao restaurante que sempre quis experimentar! Tem até curso para apostar na bolsa de valores e vouchers para hospedagem em hotéis diversos.
A febre das compras coletivas - que chegou ao Brasil neste ano por meio de sites como Peixe Urbano, Clube Urbano, Click On, entre outros - tem mudado o conceito de consumo, principalmente por aquelas pessoas ávidas por “grandes e imperdíveis promoções”. Para elas, um “bom desconto” é sempre uma oportunidade única para sacar o cartão de crédito...
Na última semana, finalizei uma reportagem sobre compras coletivas para a próxima edição da Classe Magazine (em breve no blog) e de acordo com a opinião dos diretores desses sites, o Brasil é um mercado potencial para esse segmento, já que as pessoas no geral interagem facilmente e rapidamente com as redes sociais. Não é mentira, é?
Segundo dados do Ibope Nielsen Online, os sites de descontos ou compras coletivas atingiram 5,5 milhões de usuários em setembro. Há sites que começaram a funcionar em março deste ano, ou seja, em cinco meses já se alcançou esse valor. Imagine em dezembro? Os presentes de Natal poderão ser substituídos por cupons de desconto!
O fato é: está  cada vez mais fácil comprar, ainda mais num país onde as pessoas adoram novidades, se relacionam muito bem e não abrem mão de uma boa pechincha! 

sábado, 13 de novembro de 2010

Vida Saudável: o tema que me persegue

Sempre gostei muito de escrever sobre temas ligados à saúde, boa forma, qualidade de vida, etc. E não é que um dia a minha pauta da revista era entrevistar justamente quem? Lucilia Diniz. Achei o máximo perguntar a ela o que todo mundo pergunta...mas o fato de sentir que ela respondia só a mim, me deixou de certa forma feliz.
Segue a minha reportagem publicada na Classe Magazine, em agosto de 2010.

O estilo bem viver de Lucilia Diniz

Por Fernanda Agnello

No momento em que apreciava o céu estrelado em seu haras no interior de São Paulo, relaxan­do à noite deitada na rede de sua varanda, a em­presária e apresentadora Lucilia Diniz criou uma de suas metáforas prediletas com a qual sempre encerra suas palestras: “Viver bem é sentir o gos­to das estrelas na boca”. A partir de então, viver bem deixou de ser apenas um objetivo pessoal, tornando-se sua principal bandeira.
Saúde e vitalidade parecem não faltar a paulistana de 53 anos. Após submeter-se a uma dieta rigorosa, deixou para trás mais de 60 quilos, além de uma rotina monótona e sedentária. “Antigamente, meus dias eram todos iguais. Quando eu pesa­va 120 quilos, mal conseguia sentar no chão para brin­car com os meus fi­lhos. Hoje, 15 anos depois, sou até ca­paz de correr uma meia-maratona”, brinca a empresária, sócia da maior rede varejista do Brasil, o Grupo Pão de Açúcar.
Atualmente, monotonia não pertence mais ao dicionário da irmã caçula de Abílio Diniz. Ela acorda cedo, faz caminhada, mus­culação e segue para o escritório. “Lá, passo o dia inteiro adminis­trando meus negócios e interesses. Geralmente almoço em ca­sa ou no próprio bairro”, conta Lucilia, mãe de Manoella, Tiago e Giovana.
Considerada um exemplo de determinação e boa forma, Lu­cilia também apresenta o programa que leva seu nome, na Re­de TV! Para ela, essa é uma maneira de passar um pouco da sua experiência àqueles que desejam levar uma vida mais saudável, através da reeducação alimentar. “Toda a minha produção cultural caminha nesse sentido. Adoro divi­dir minha experiência com outras pes­soas, especialmente aquelas que estão vivendo uma situação pela qual eu já passei. Quisera eu ter uma amiga igual a mim quando precisava perder peso e não sabia como (risos)”.

Mudança de vida
Ao contrário do que muitos pen­sam, emagrecer não exigiu de Lucilia tantos sacrifícios. O principal na luta contra a balança foi a conscientização pessoal de que era preciso mudar todo um estilo de vida. “Rigoroso foi o meu comprometimento com a mudança”, define a empresária. Ela revela ainda que nunca se privou dos prazeres pro­porcionados pela comida, mas passou a investir afundo na reeducação ali­mentar, substituindo hábitos ruins pe­los bons, com muita facilidade.
Ao que tudo indica, no caminho pela perda de peso, dificuldades pare­cem não ter sido um grande obstáculo para uma mulher que estava se redes­cobrindo o tempo todo. “A minha von­tade de viver, de me reinventar, tor­nou-se o bem maior do que qualquer distração. Se comesse um pouco mais, compensava na refeição seguinte. Co­mecei a tomar muito mais consciência dos caminhos que me levariam a ‘der­rapar’. Agindo desta maneira, mantive-me fiel ao meu plano original. Algo que consigo fazer até hoje”, revela.
Foi a partir da experiência pró­pria, do autoconhecimento e da força de vontade ilimitada, além de um rico conhecimento sobre as práticas nutri­cionais e alimentares que Lucilia Diniz lançou em 2009 seu programa da Rede TV! “Comecei a sentir uma enorme ne­cessidade de compartilhar minhas des­cobertas com outras pessoas. E mos­trar a elas que viver bem é uma expe­riência desafiadora, gratificante e mui­to divertida”.
O perfil de uma empresária de su­cesso associada à imagem de uma mu­lher inteligente e feliz consigo mes­ma foi um grande atrativo para novas oportunidades na carreira da socialite paulistana. Diversas produções cultu­rais como colunas em revistas, quadros fixos na televisão e também um bole­tim de rádio agregaram conteúdo a um currículo promissor. Os famosos livros ‘Prazer de Viver Light’ e o ‘Prazer da Co­zinha Light’ - com receitas para aque­les que desejam se aventurar na gas­tronomia, sem gordura e sem coleste­rol - abriram as portas para consolidar ainda mais seu espaço na emissora. “Eu nunca fiz segredo de que, um dia, gos­taria de ter um bom espaço na tevê. E quanto mais manifestava esse meu de­sejo, mais propostas foram aparecen­do. Já estava na hora de assumir uma responsabilidade ainda maior com o meu público”, comenta. 
Atualmente o programa tem estu­dado um novo formato, no estilo talk show. “Continuare­mos ajudando famílias a trabalharem a autoestima de di­versas maneiras, sobretudo pela alimentação e pelo mo­vimento. A escolha dos participantes é baseada nas cartas que os próprios telespectadores escrevem, contando his­tórias ou pedindo ajuda para superar algum obstáculo. Há também aquelas pessoas com quem eu já me correspon­dia antes de fazer o progra­ma. Outras também se apro­ximaram de mim pelos livros, colunas, palestras e pelo meu site www.luciliadiniz.com.br”.
Para aqueles que bus­cam objetivos semelhantes aos da empresária ou mesmo para as pessoas que têm um ideal a seguir, não apenas na questão do emagrecimento, a apresentadora costuma ser eficaz em suas dicas e conse­lhos: “Mantenham-se total­mente comprometidos com o objetivo original e atentos para não cair em armadilhas de autosabotagem. Se houver problemas no caminho, lem­bre-se que estes fazem parte da vida. O importante é jamais desistir da meta original e de se tornar uma pessoa melhor a cada dia”, finaliza a empresária.

Fernanda Agnello (FA): De que maneira você concilia sua vida pessoal, com o trabalho de empresária, o programa na Rede TV!, cuidados com a beleza e aten­ção para família?
Lucilia Diniz (LD): O segredo é jamais descuidar do próprio corpo. Incluir o exercício na rotina é fácil. Difícil é mantê-lo como prioridade mesmo diante da pressão do tempo. Quem o abandona em função de outras tarefas acaba sofrendo de stress, passando a falhar em outras áreas. Precisamos ter em mente que a von­tade e a disposição para viver nascem sempre de um corpo em equilíbrio.

FA: Como é sua rotina de empresária? E o relacionamento com os irmãos e sócios?
LD: Adoro minha família. Nem sempre conseguimos estar tão próximos como eu gostaria, já que eles também têm muitos interesses para conciliar. Já dos meus filhos, eu não desgrudo. 

FA: Em meio a tantas tarefas e responsabilidades, como fica a área afetiva?
LD: Fui casada três vezes. Hoje estou namorando o Joaquim Guanaes, que é uma pessoa incrível. 

FA: Em todo o seu trabalho (livros, produtos, palestras e programa de tevê), você transmite a ideia de que emagrecer e ficar bem consigo mesma é uma das formas de levantar a autoestima das pessoas?
 LD: Deixo essa mensagem bem explicita! Quem não está bem consigo mes­ma acaba sacrificando a autoestima. E a maioria das mulheres se sente péssima fo­ra do peso, essa é a verdade. O lado bom é que quanto maior a preocupação com o corpo e a aparência, maior é a vontade de mudar certas coisas. Por outro lado, a mudança precisa ser real e não cosmética. Não há pílula ou tratamento capaz de substituir os benefícios da boa alimentação e do exercício físico.

FA: A vida moderna marcada pela falta de tempo oferece diversas opções ali­mentares como fast food e junk food. Ainda é possível aliar comida saudável com praticidade?
LD: Não somente é possível como é fundamental! Sou uma mulher muito prá­tica e levo sempre esse meu traço pa­ra a alimentação. Jogar a culpa da má alimentação na pressa do dia a dia é papo-furado. Não há dificuldade al­guma em carregar uma fruta, um io­gurte desnatado, uma bandejinha de tomate-cereja ou uma gelatina li­ght, de casa para o escritório. Almo­çar bem também é uma questão de escolha. Em qualquer restaurante que se vá, há sempre muita variedade. Só come mal quem quer.

FA: Quais os benefícios da re-educação alimentar para a estética e para saúde?
LD: São vários. A boa alimentação deixa a pele mais hidratada, o cabe­lo mais brilhante, o organismo mais disposto e o olhar mais vivo. Especial­mente se combinarmos a alimenta­ção com uma rotina de exercícios, que mantém a postura ereta e deixam você com o corpo e a mente acelerados. Optar por uma vida mais saudável funciona como um verdadeiro divisor de águas.

FA: O Grupo Pão de Açúcar se tornou a maior empresa varejista do Brasil, após a compra das Casas Bahia e do Ponto Frio. Você acredita que a holding atin­giu seu nível de excelência ou ainda tem campo a conquistar?
LD: A graça da vida está nas novas conquistas. O nível de excelência de hoje nunca seria igual ao de amanhã. Excelência para mim é evoluir sempre.

FA: E quanto aos planos para o futuro?
LD: Hoje, tenho vários projetos realizados e muitos outros pela frente. Sem fa­lar na quantidade de amigos que conquistei ao longo dessa caminhada.


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Attraversiamo

Uma das passagens mais interessantes do livro de Elizabet Gilbert – Comer, Rezar e Amar –  é quando a autora descobre a palavra em italiano Attraversiamo e começa a pronunciá-la  a toda hora. A “melodia deliciosa” de Attaversiaaaamo e seu significado deixam Liz quase em êxtase. Não apenas em línguas estrangeiras, mas quando aprendemos novas palavras queremos usá-las a todo instantes em textos, reportagens, sempre quando necessário. Há alguns bons anos, que eu me lembre, fiquei encantada com ávidos, quiçá, peripécia, ovacionados, aficionados, entre outras palavras que a gente encontra por aí...Mas feliz da autora que foi conhecê-la logo na Itália! Capiche?